terça-feira, 29 de abril de 2008

NINGUÉM AGUENTA MAIS O CASO "ISABELLA"

Há um mês, a mídia não fala de outra coisa a não ser da misteriosa morte da menina Isabella Nardoni. O caso ainda rende manchetes. Versões e provas surgem a cada dia e viram notícias. Os principais jornais, sites e canais de TV trazem no mínimo duas matérias sobre o caso.

Provas, perícias, reconstituição, uma mega-operação da polícia para descobrir a verdade.
Existem muitos envolvidos, seja emocionalmente ou criminalmente, e a reputação de todas elas está em jogo. Em casos como este, acusar é grave. E sair noticiando tudo também é perigoso.
Vale lembrar o caso Escola Base, em São Paulo. Até hoje aquela família não conseguiu se recuperar da vergonha a que foi submetida pela mídia. Todos da família foram acusados de abuso sexual por pais de alunos, tiveram sua escola fechada e depredada. Escola Base também foi um caso da moda e a imprensa aprendeu com ele, aprendeu a se conter e não sair divulgando tudo o que ouvia. Aprendeu que os fatos vão aparecendo e o rumo das investigações vai mudando. O acusado de hoje pode ser o inocente de amanhã.

Os meios de comunicação têm o objetivo de informar. Mas, quando surge um assunto de repercussão, não pára de noticiá-lo, não se ouve ou lê outra coisa que não seja o "caso da moda". Qualquer nova informação vira notícia. O caso Isabella veio para tirar o destaque da dengue no Rio. Até onde o caso Isabella vai render? Até surgir um novo fato para que este seja substituído.

domingo, 27 de abril de 2008

GP da Espanha - Ahhh Alonso!!!!

( Fotos Reuters)
Confesso que sou tiete de Fernando Alonso (Renault), e como torcedora que se preze pulei de alegria depois os treinos de sábado, após confirmada a presença do piloto espanhol na primera linha, atrás apenas do finlândes Kimi Raikkonen (Ferrari). Logo na largada do GP da Espanha, Alonso perdeu aposição para o brasileiro Felipe Massa (Ferrari). E na 33ª volta, o piloto abandonou a corrida após seu motor quebrar. Alonso saiu descepcionado, mas as torcidas catalã e asturia aplaudiram o piloto, a Alonsomania tomava conta das arquibancadas. Mais de 130 mil pessoas foram ao autodromo de Barcelona assistir a corrida.

O GP teve como vencedor o também poli-position Kimi Raikkonen, que liderou a corrida desde o início e só perdeu a ponta durante as paradas para troca de pneus e reabastecimento. O brasileiro Felipe Massa, foi o segundo colocado, seguido do inglês Lewis Hamilton (McLaren).

Ainda na primeira volta, Adrian Sutil (Force Índia) tentou ultrapassar David Coulthard (RBR), mas errou e rodou. Sebastian Vettel (STR) tentou evitar o choque, mas não conseguiu. Os dois abandonaram logo na primeira volta e provocaram a primeira entrada do safety car na corrida.

Na relargada, foi a vez de Nelsinho Piquet (Renault) cometer seu primeiro erro. Ele caiu para 18º após escapar e andar pela caixa de brita. Quando voltou à pista, o brasileiro se aproximou de Sebastien Bourdais (STR) tentou ultrapassá-lo, mas se chocaram. As suspensões dos dois carros quebraram e ambos tiveram de abandonar a prova.
Mas a corrida também teve um grande susto. Na 22ª volta, Heikki Kovalainen (McLaren) sofreu um estouro de pneu e entrou embaixo da barreira de pneus. O acidente causou uma longa entrada do safety car, enquanto o finlandês era removido de seu carro. O piloto foi levado ao centro médico do autódromo e a McLaren comunicou que ele não sofreu lesões graves. O helicóptero da corrida foi acionado e Kovalainen removido para um hospital próximo para mais exames.

Outro brasileiro o piloto Rubens Barrichello (Honda) saiu da corrida na 33ª volta, pois o bico de seu carro quebrou durante a segunda entrada do safety car em um suposto choque com Fisichella na saída dos boxes.

A próxima corrida será disputada na Turquia daqui a duas semanas, no dia 11 de maio....

terça-feira, 8 de abril de 2008

GP do Bahrein

(Getty Images)

Enfim um brasileiro venceu, o mérito foi de Felipe Massa (Ferrari) que levou o GP do Bahrein, disputado neste domingo no circuito de Sakhir. Massa dominou a prova desde o início, quando tirou o primeiro lugar do polonês Robert Kubica (BMW Sauber) o pole position. O brasileiro deu a volta por cima no campeonato após abandonar as duas primeiras corridas da temporada, na Austrália e na Malásia.


Kimi Raikkonen (Ferrari) superou Kubica ainda nas primeiras voltas e garantiu a segunda posição. O polonês conseguiu outro pódio, na terceira posição. Nick Heidfeld, (BMW Sauber) terminou em quarto e assumiu a vice-liderança do campeonato, com 16 pontos. A equipe alemã, por sua vez, assumiu pela primeira vez em sua história a liderança do Mundial de Construtores, com 30 pontos, um à frente da Ferrari.


Massa e Raikkonen se mantiveram nas duas primeiras posições com tranqüilidade. A distância entre eles variava entre 3s5 e 5s2, com os dois revezando voltas mais rápidas. Após a segunda rodada de pit stops, eles só administraram a vantagem sobre os pilotos da BMW Sauber, que vinham atrás, e concretizaram a primeira dobradinha da Ferrari em 2008.


O inglês Lewis Hamilton fez uma corrida terrível. Largou mal e, logo na segunda volta, acertou o pneu traseiro do espanhol Fernando Alonso (Renault) que defendia a oitava posição. Hamilton perdeu o bico, teve de fazer um pit stop para trocá-lo e terminou em 13º, uma volta atrás.Outros brasileiros - Rubens Barrichello (Honda) chegou em 11º. Já Nelsinho Piquet sofreu com problemas de câmbio desde o início da prova. Ainda na volta de apresentação, ele reclamava pelo rádio que seu carro não tinha a segunda marcha. O brasileiro abandonou a corrida na 40ª volta.


A próxima corrida acontece dia 27 de abril na Espanha. Até lá!!!!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Profissão Jornalista: Tempo, tempo, tempo

Terno, gravata, bloco, caneta... MP3, roupa esporte, tênis. Os repórteres mudaram com o passar do tempo, o formal “jornalista” deu lugar ao básico e moderno repórter do século XXI. Nas redações, as máquinas de escrever, relíquias de um tempo não tão distante, perderam espaço para os monitores de LCD, impressoras e scanners.

O respeito entre os seres humanos também mudou ao longo das décadas. Não é difícil assistir ou ler nos meios de comunicação a notícias referentes à invasão de privacidade. O perfil do profissional também mudou, às vezes não por vontade própria, mas por necessidade. Cada vez mais, repórteres experientes dividem espaço no mercado de trabalho com focas recém-saídos dos bancos escolares.

As tradicionais fontes secretas e fiéis aos poucos cedem lugar ao banco de dados da internet, que, muitas vezes, de verídicos não têm nada. O jornalista tem que duvidar porque o risco de errar quando se acredita cegamente em uma única fonte é muito grande. O repórter, seja ele experiente ou foca, não pode ter vergonha e nem preguiça de perguntar.

As novas tecnologias vieram para ajudar no desempenho de várias profissões, e porque não dizer que ela também veio para ajudar e facilitar a vida do jornalista de TV, rádio, jornal e assessorias? Hoje, um repórter pode apurar sua matéria pelo telefone, MSN e até mesmo pelo orkut. Hoje o velho bloquinho de papel reaproveitado compete com o moderno MP3 ou MP4, mas a tecnologia veio para somar e não para subestimar o ser humano.

As transmissões de rádio também mudaram muito com o passar do tempo, e grandes aparelhagens para a transmissão de jogos, aos poucos dão lugar ao pequeno aparelho celular. As câmeras digitais proporcionam uma qualidade de imagem mais realista às páginas de jornal e revistas. As transmissões televisivas podem ser assistidas do outro lado do mundo por questões de segundos. Os blogs também ganham espaço e gosto popular. O mundo gira num apertar de botões, pois os computadores estão presentes em quase todos os lugares.

Saber utilizar as ferramentas tecnológicas é fundamental, pois estas dão mais dinâmica e agilidade a informação. O jornalismo vive do que é novo, mas o profissional, seja ele experiente ou novato não pode perder velhos hábitos, na hora da apuração. Sensibilidade, astúcia, confiança e certeza fazem o diferencial, na hora de oferecer a notícia ao público.

domingo, 23 de março de 2008

GP da Malásia

O Icemam da Ferrari (Reuters)
Depois da estréia com azar na Austrália, Kimi Raikkonen venceu no circuito de Sepang o GP da Malásia. O “Icemam” da Ferrari e atual campeão mundial da Fórmula 1, assumiu a liderança após a primeira rodada de pit stops e abriu uma vantagem confortável para Robert Kubica (BMW Sauber), segundo colocado. Heikki Kovalainen (McLaren) completou o pódio.

A esperança do Brasil estava em Felipe Massa (Ferrari) que largou na poli. Mas o piloto brasileiro rodou na 31ª volta, entre as curvas sete e oito. Agora Massa fica em posição dificílima no campeonato já na segunda corrida, após também abandonar a prova na Austrália.

Após a rodada de Massa, Robert Kubica (BMW Sauber) assumiu a segunda posição. Ele já tinha conseguido o terceiro posto na largada e fazia uma corrida solitária, já que não ameaçava as Ferraris e não sofria pressão das McLarens. Ele liderou a prova por poucas voltas, enquanto os pilotos da equipe italiana faziam seus pit stops.

Lewis Hamilton (McLaren) foi o piloto que mais evoluiu. Ele saiu da nona para a quinta posição ainda na primeira curva. Mas ficou preso atrás Do carro de Mark Webber (RBR) durante o início da corrida e perdeu muito tempo. O inglês ultrapassou o australiano, mas perdeu mais de dez segundos nos boxes por causa de um problema na troca da roda dianteira esquerda. Hamilton terminou a corrida na quinta posição.

O companheiro de equipe de Hamilton o finlandês Heikki Kovalainen, não teve problemas nos pit stops, e conseguiu pular da sétima para a quarta posição.O piloto da McLaren ainda foi beneficiado com o abandono de Massa, quando garantiu o pódio. Logo a seguir, o italiano Jarno Trulli (Toyota) chegou na quarta posição e foi a grande surpresa da prova na Malásia.

Nelsinho Piquet (Renault) terminou a prova na 11ª posição e Rubens Barrichello foi o 13º, após ser punido por excesso de velocidade nos boxes durante a corrida e teve de pagar um drive through.

A próxima corrida acontece dia 6 de abril no Bahrein. Até lá :) bjim
Dorlany Del' Esposti - Acadêmica do 7° período de Jornalismo

domingo, 16 de março de 2008

GP da Austrália

Rum, rum, rum...Começa a Temporada 2008 de F1. Enfim poderei postar sobre o assunto que simplesmente amo, espero que vocês gostem.

Corrida - Após vários incidentes e 58 voltas, o inglês Lewis Hamilton venceu com facilidade o GP da Austrália, primeira etapa da temporada 2008 da Fórmula 1. Com a temperatura da pista beirando em torno de 51º, número recorde se comparado aos últimos anos. Antes da prova os pilotos chegaram a tomar três litros d’água para suportar tamanho calor.

O piloto da McLaren, revelação de 2007 e atual vice-campeão mundial, dominou a prova desde o início e conseguiu escapar dos vários incidentes que aconteceram durante a corrida em Melbourne, na Austrália. Nick Heidfeld (BMW Sauber) foi o segundo, com Nico Rosberg (Williams) completando o pódio.

O espanhol Fernando Alonso (Renault) Bi-campeão largou em 11ª posição e terminou a corrida em quarto, após uma disputa sensacional nas últimas voltas da corrida com Heikki Kovalainen (McLaren). O finlandês ultrapassou o espanhol a duas voltas do fim, mas cedeu a posição no meio da reta para o rival da equipe francesa. Opanheiro de equipe de Alonso, o brasileiro Nelsinho Piquet, da Renault, abandonou a prova com problemas de câmbio.

Por falar em brasileiro, Rubens Barrichello (Honda) fez boa corrida, mas teve seu desempenho atrapalhado pela equipe. Ele estava na terceira posição, quando foi chamado aos boxes para fazer o último pit stop durante um safety car provocado pelo acidente de Timo Glock (Toyota). Só que Rubinho reabasteceu no período proibido pelo regulamento e ainda saiu com a luz vermelha do pit lane acesa. Além de fazer um stop and go de dez segundos, ele ainda foi desclassificado após a prova.
A corrida já começou confusa. Na primeira volta, Felipe Massa (Ferrari) que largou da terceira posição tentou ultrapassar Heikki Kovalainen (MacLaren) e rodou na segunda perna da primeira chicane. O brasileiro quebrou a asa dianteira ao bater nos pneus.

Atrás deste incidente, várias colisões aconteceram e Sebastian Vettel (STR), Giancarlo Fisichella (Force India), Mark Webber (RBR), Anthony Davidson (Super Aguri) e Jenson Button (Honda) abandonaram antes do fim da primeira volta. Kazuki Nakajima (Toyota) foi outra vítima dos acidentes e teve de trocar o aerofólio dianteiro.O atual campeão mundial Kimi Raikkonen, (Ferrari) largou em 15º, subiu para a oitava posição ainda na primeira volta. No entanto, ele ficou atrás de Rubens Barrichello, da Honda, por 18 voltas.

Após o erro no início, Felipe Massa era o piloto que menos conseguiu avançar durante a prova. Na 25ª volta, ele e David Coulthard (RBR) provocaram o segundo safety car, quando colidiram na primeira curva do traçado. O escocês levou a pior e teve seu carro totalmente destruído, enquanto o brasileiro seguiu na prova por pouco tempo, pois abandonou logo na relargada com problemas no motor.

O Homem de Gelo, Raikkonen, tentou a ultrapassagem sobre seu conterrâneo o finlandês Kovalainen quando o safety car saiu da pista. No entanto, Kimi escapou na terceira curva, mas conseguiu voltar em último. Raikkonen também teve problemas no fim, teve de abandonar e chegou em nono, sem marcar pontos.

O último safety car da corrida foi provocado pelo alemão Timo Glock (Toyota). Ele escapou na curva 12 e rodou várias vezes no meio da pista. O carro de Glock espalhou vários detritos pelo asfalto.

Os pits foram abertos em seguida, quando Kovalainen e Alonso fizeram o último pit stop, caindo para o fim do pelotão. Sebastian Bourdais (STR) estava em quarto, quando seu motor estourou, mas ele ainda terminou em oitavo.

O próxima GP acontece dia 23/03, na Malásia. Até Lá...


Dorlany Del' Esposti - Acadêmica do 7º período de Jornalismo

sábado, 15 de março de 2008

Nem factos, nem geometral, somente intrigas

(Tah aí o resumão do trabalho de Orávio, que nós prometemos colocar no blog, bjuhs)
>A história não existe de fatos isolados, o historiador sempre encontra os fatos completamente organizados em conjuntos onde desempenham o papel de causas, fins, ocasiões e efeitos. Segundo Paul Veyne a “nossa própria existência, em suma não nos aparece como uma constelação de incidentes atômicos” tem um sentido no seu conjunto par que nós possamos compreendê-la, sendo assim a história é feita da mesma forma que a vida de cada um de nós.

O historiador procura dentro do campo do acontecimental os fatos de mais valores (que seria a relação de valor + importante). Para se escrever a história é necessário que o historiador escolha um fato dentro da história, buscando colocar aquilo, que para ele é o mais importante, ou interessa mais a sua ideologia. Desta forma quando um historiador for pesquisar, explicar ou falar a história sempre vai começar com aquilo que é mais importante, no seu ponto de vista.

Os historiadores contam fatos, que em suas vertente são um infinito de intrigas, como outros tantos itinerários que traçam à sua maneira de ver através do campo dos acontecimentos.

Os acontecimentos não são coisas, objetos consistentes, substâncias, são um corte que operamos livremente na realidade, um agregado de processos onde agem e padecem substanciais em interação, homens e coisas.

Neste capitulo (cap. 3) Paul explica que a história, o fato é formado de várias intrigas (fatos menores e relevantes), pois cada historiador tem o seu ponto de vista sobre a mesma história. Sendo impossível de se construir uma história completa, pois estará cheia de lacunas, devido à fragmentação dos acontecimentos. Mas o geometral (a história completa) “só pode ser visto por Deus”, porque só ele poderá ver todos os ângulos, e para o historiador é impossível abordar todas as intrigas de um fato, a totalidade da história, mostrando que esta jamais poderá ser autêntica. E devido à impossibilidade do historiador de expressar toda veracidade de uma história, ficam então as lacunas que são aproveitadas por cada historiador, onde cada um tem uma versão das diversas intrigas que uma história pode ter.

O que atrapalha o historiador às vezes quando vai relatar o fato, e que no campo acontecimental, na maioria das vezes faltam recursos, por exemplo, quando se vai a um lugar para pesquisar, estudar algum fato histórico, não encontra nada completo, apenas fragmentos. A história não se fecha, deixa buracos, até porque o historiador não pode fechar uma história se inexistem fatos que a comprove.

Os caminhos tomados por cada historiador são todos legítimos para um mesmo fato histórico, mas as intrigas são muitas para o mesmo fato. Por que? Cada fato existe universalmente por uma margem implícita (não esta muito clara), mas a sua flexibilidade dá ao autor, ou historiador a condição de molda-lo em sua visão crítica. Daí uma dificuldade coerente para o mesmo fato ou intriga no campo dos acontecimentos.

Quando vamos explicar a história decorremos o fato sob a perspectiva de grau de importância: do mais importante para o menos importante o que não as difere uma das outras, porque estão ligadas e são imutáveis.

O realismo ordena a atividade científica, essa atividade é mais ou menos imperfeita, mas sem o realismo tornar-se-ia incompreensível o historiador não se interessar. O que trata do homem em grupo interessa mais ao historiador, a história das sociedades e civilizações.

O que favoreceu muito ao historiador com o passar dos tempos foi o aperfeiçoamento através do processo etnográfico, que nada mais é do que, do que completar a história no campo da imagética. Porque uma história com lacunas já se torna difícil completar o campo do acontecimento, mas a imagem veio para da a estrutura que faltava aos historiadores.

Os valores são medidos sob a ótica do historiador que prefere elevar a importância, por exemplo, de um rei a um vassalo. Tudo na história é contado sob o ponto de vista do historiador, que define o que é mais importante dentro do fato.

Quando falamos em teoria dos valores ou axiologia, entretanto, também nos defrontamos com uma multiplicidade de conceitos postulados por diferentes correntes filosóficas. A história axiológica, é a história das obras que merecem permanecer, para serem mostradas por sua completude e por seu valor histórico. Essa história é construída tendo como base uma escala de valores. O que determina que os autores são dignos que falem desses fatos, pois exige bom gosto.

Equipe: Dorlany Del’ Esposti, Filipe Oliveira, Leonardo Alvarenga, Luciano Viviani

7º período de Jornalismo – Técnica de Reportagem III